sábado, 6 de junho de 2009

CELEBRAÇÃO PARA O DIA 14 DE ABRIL

ANIVERSÁRIO DE MORTE DE MADRE FRANCISCA LECHNER

Tema: Na origem da Congregação: O Amor Crucificado de Deus.

Canto inicial: Escolher um canto dedicado à nossa Fundadora
Reflexão Inicial: Ao fundar nossa Congregação, no primeiro patrimônio adquirido para a mesma, consta um crucifixo. Se não formos insensíveis, necessariamente nos impressiona o registro autográfico de nossa Fundadora na crônica. Nesta divina presença, como recorda mais tarde, ela pede à Mãe Maria, que interceda junto ao seu Divino Filho pelo “envio de colaboradoras para a sua vinha. Assim nasceu a Congregação.
Nossa Fundadora estava familiarizada com a contemplação do Crucifixo (= do Crucificado) desde a sua infância. Com ele dá início à Congregação. Nele encontra forças, paz e resignação no sofrimento. Como podemos verificar, crucifixos grandes, são impressionante presença em todas as casas da Congregação que remontam ao tempo da Fundadora. Uma visualização que convida suas Irmãs à contemplarem com ela este mistério do Amor Divino. (Revista caminhando com Madre Francisca, Nº 21- abril, maio, junho – 1992)

Rezemos: Senhor Deus, com solícito amor de Pai, vós guiais a humanidade pelos caminhos da vida. Com profunda gratidão aqui nos reunimos para contemplar com alegria a obra de nossa Fundadora, a Serva de Deus, Madre Francisca Lechner e renovar nossa fé em vós.

Canto de aclamação (à escolha da Comunidade)
Palavra de Deus: Jo 17, 20-26
Reflexão.... partilha....

Preces: ( parada para refletir após cada prece)
1. Aos 21 de novembro de 1868, Francisca Lechner recebeu a comunicação de que dentro de poucos dias chegaria em suas mãos a concessão para fundar a Sociedade e coletar donativos para a nova obra. – Sua fé, sua confiança, sua ação foram tão grandes e inabaláveis, que com elas lançou as bases para mais um século. Por esta Serva de Deus, louvemos e agradeçamos ao nosso Pai, cuja santa vontade ela sempre procurou cumprir.
Resposta: Nós vos louvamos Senhor.

2. Sem demora a Fundadora encontrou colaboradoras e construiu com elas uma comunidade, para a qual elaborou Estatutos a partir da Regra de Santo Agostinho, a fim de encontrar um caminho apropriado no seguimento de Jesus, correspondente ao seu carisma de socorrer os necessitados. – Neste caminho do seguimento, Deus chamou muitas mulheres e elas viveram com doação e perseverança sua vocação de Filhas do Amor Divino durante estes 140 anos. Nossa gratidão a Jesus Cristo, em quem se revela todo o amor do Pai e que é caminho e luz para as pessoas vocacionadas.
R. Nós.....

3. No decorrer destes muitos decênios a comunidade cresceu, tornou-se uma Congregação internacional e estendeu-se pela Europa, América e chegou até a África. Sobreviveu guerras e situações difíceis, permanecendo fiel à missão recebida pela Fundadora. – Dirigimos nossa súplica ao Espírito Santo, pedindo que, em nossos dias, em todas as nossas necessidades e preocupações, ilumine nosso olhar e fortaleça nossa esperança, para que através do nosso agir possamos fazer brilhar o Amor de Deus na vida de muitas pessoas, por toda parte onde as Filhas do Amor Divino desempenham sua missão.
R: Nós ....

4. Madre Francisca, com sua coragem, sua oração confiante, sua busca da vontade de Deus e seu zelo exemplar pela glória de Deus e pelo bem dos seres humanos, foi uma mulher conseqüente e atenta a Deus na Igreja. – Peçamos ao Senhor que nos conceda, por intercessão da Mãe Três vezes Admirável e da Serva de Deus, Madre Francisca Lechner, a plenitude do Amor Divino, para que também nós saibamos empenhar-nos por Deus e pelas pessoas que precisam de nós, plasmando nossa vida na fidelidade à nossa vocação.
R: Nós ....

(Revista Caminhando Com Madre Francisca, Nº 88 – página 7)

Preces espontâneas....

A pessoa que preside conduz a uma reflexão:

1) O que nos marca em nossa Comunidade? Existe algo de próprio que nos distingue de outras comunidades? Temos tarefas (Missão) específicas que caracterizam a nossa Congregação e assumimos as mesmas?
Para que queremos novas vocações em nossa Congregação?

2) Como vivemos nossa vocação na Congregação? Pode-se reconhecer na minha vida o que significa ser Religiosa desta comunidade específica?

3)Até que ponto a nossa vida é convite para outras a seguir o nosso exemplo? Em nossa vida cotidiana é perceptível e legível a “vida em plenitude” prometida por Jesus?

4)Nossa vida e nossa comunidade oferecem uma resposta às perguntas da juventude?

5)Como me sinto quando minha forma de vida sempre de novo é interrogada e não raras vezes até questionada por gente de fora?

6)Temos nos acomodado no lamento sobre a situação? Está viva entre nós a esperança de futuro?

(Revista Caminhando com Madre Francisca, Nº 79 – página 7)

Parada para reflexão.....
Partilha.....
Oração final: Deus, nosso Pai, acolhei nossa gratidão e nosso louvor e atendei nossos pedidos. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

Palavra final para concluir.....

Bênção da Fundadora ....
Canto final.....

ORGANIZAÇÃO:
Irmã M. Judith Vieira de Farias, FDC

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